De repente as asas estão dormentes
De repente a cama fica grande
De repente as horas ficam lentas
De repente o corpo não tem fome
De repente os olhos são descrentes
De repente o pássaro se cala
De repente o tempo dá-nos tudo
De repente o corpo encaracola
De repente os passos são ausentes
De repente as janelas são os muros
De repente instala-se o cinzento
De repente escapam-se os futuros
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