Sinto em meu corpo
Sinto em meu corpo
sua língua.
Que me arde
Como se fosse
um chicote de fogo.
E mesmo que eu não queira
me induz a jogar o seu jogo.
Me entorpece os sentidos,
abafa-me os gemidos
até provocar o meu gozo.
Que poder é esse?
Que sedução devassa,
é essa que sinto sempre
que você me abraça?
Só de lhe ver me arrepia a pele,
em choques térmicos.
E me rendo pacífica
aos seus desejos hipotéticos.
Me excita e me choca
a sua ousadia.
Mas sempre mais e mais,
como num crescendo,
embarco na sua fantasia.
E quando entregue aos nossos devaneios
sentindo em meu corpo os seus meneios,
nada mais importa.
Abrimos do desejo as portas,
simplesmente porque você
é meu homem
e eu...sou sua mulher...
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1 comentário:
Este poema é o paradigma da paixão carnal que se sente quando se está apaixonado. Mas não apenas carnal. Essa, sozinha não existe. Necessita da paixão espiritual, essa sim, a mais importante
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