Em 1593, durante o julgamento de uma bruxa, o advogado de acusação (um homem casado) viu aparentemente um clitóris pela primeira vez. Identificou-o como uma teta do diabo, a prova definitiva da culpa da bruxa. Era “um pedaço de carne saliente como uma teta e com centímetro e meio de comprimento” que o carcereiro, “tendo reparado nele, não tencionava revelar porque estava junto de um lugar tão secreto que não era decente vê-lo. No entanto, por fim, não tendo intenção de esconder tão estranho pormenor”, ele mostrou-o às várias pessoas que estavam presentes. Elas nunca tinham visto tal coisa. A bruxa foi condenada.
The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets
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