Estamos a viver um momento que contém uma GRANDE MENTIRA, criada para nos manter com medo, sem nos permitir desfrutar das iminentes mudanças e transformações na nossa sociedade que estamos a testemunhar.
Falemos de Crise Económica.
De quem é a crise? Crise de quê?
A verdadeira crise nasce da absurda manipulação do dinheiro.
Se querem saber disto, recomendo que vejam “ZEITGEIST – ADDENDUM”, um filme que nos mostra a realidade do sistema financeiro, absolutamente ignorado pelas massas.
Na realidade, o dinheiro que devemos não existe.
Os bancos emprestam-nos papéis sem um real valor material. O engraçado é que esse valor real é ficcionado quando nós não podemos pagar as dívidas e nos tiram os nossos bens. Só aí é que os bancos ficam a ter bens reais.
A verdade é que a crise é apenas das pessoas que têm a abundância virtual. Os que chamamos ricos porque têm o dinheiro e as acções virtuais, algumas propriedades no mundo que, caso não tenham petróleo para fazer andar os seus aviões, não podem desfrutar.
Os ricos não possuem o conhecimento para semear as suas terras e ser independentes. A maioria nem sabe lavar as suas roupas, fazer as suas camas, podar as plantas. Uma grande quantidade de ricos não sabe sequer cozinhar ou acender uma fogueira.
Na sua imensa maioria, não têm habilidades manuais para utilizar o intercâmbio de bens criados por si. Não pintam, não lavam, não escrevem, não conhecem quem lhes prepara os alimentos, muitas vezes nem conduzem, e as mulheres ricas não amamentam, não mudam uma fralda, não dão banho, nem sequer sabem parir. Porque estamos nós tão assustados com a sua crise?
Quando o dinheiro deixar de circular, a escassez vai ser sentida nas grandes cidades que não têm acesso ao campo, onde ninguém conhece o vizinho, onde ninguém funciona sem máquinas.
E os outros? Nós? Será que paralisamos por falta de um fogão a gás? Não creio.
Saberemos fazer fogo e se não soubermos nós, sabe o nosso amigo ou o primo, sempre há um familiar com terras, com jardins, tias ou avós com plantas em vasos, sempre haverá quem tenha milho ou trigo, sempre haverá um moinho.
Sabemos criar tecnologia útil com despojos, sabemos apanhar fruta da árvore, as nossas avós sabem utilizar as plantas como remédios, conhecemos o vizinho, a senhora da mercearia, ou quem tenha uma horta em casa.
Tudo o que nos toca agora é Ser Humanos.
Criar laços, criar coisas, voltar o nosso olhar para a terra, os olhos, os sorrisos e a confiança.
Porque tememos caminhar de noite?
Porque ninguém no bairro nos conhece, porque não temos em quem confiar, porque fomos ensinados que todos são nossos inimigos, nossos adversários.
Nós não somos máquinas, não comemos petróleo, somos seres sociais, queremos explorar as possibilidades do amor em todas as manifestações possíveis.
Somos seres que requeremos abraços, olhares, calor humano, sorrisos, confiança… somos mamíferos…a única crise que estamos a viver é o afastamento da nossa natureza.
Todos ouvem dizer que estamos em tempos previstos por muitas culturas ancestrais como sendo de mudança e muito diferente do que nos têm dito os meios de comunicação social.
Longe das tragédias e catástrofes de que nos falam.
Uma mudança de consciência iminente, um despertar do nosso potencial adormecido:
Começaremos a utilizar os restantes 90% da capacidade cerebral,
Começaremos a conectar milhões de neurónios,
Começaremos a iluminar todo o nosso ADN.,
Começaremos a perceber muitas realidades paralelas,
Começaremos a utilizar a nossa biotecnologia interna, que até hoje ignoramos.
A crise não é nossa.
Toda a crise é uma porta para a mudança.
E vejamos… na nossa cultura o poder traz felicidade?
A maioria das pessoas que conhecemos está feliz com o seu trabalho, com a sua vida?
Quantas pessoas adoecem por stress, tensão?
Gostamos do ritmo de vida que nos impõe o sistema financeiro?
Gostamos de ter de pagar por todos os serviços básicos?
Gostamos de viver em lugares onde o lixo é mais abundante que as flores e onde há mais carros que árvores?
Gostamos de ter de pagar para nos sentir seguros?
Para nascer?
Para morrer?
Gostamos de ser escravos de um sistema que nos leva constantemente à frustração e à impotência?
Então, porque nos assusta a crise?
Devíamos era celebrar!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
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